Vale a pena fazer portabilidade de investimentos?
O que muda na prática
A portabilidade de investimentos ganhou força em 2026 com novas regras e incentivos de corretoras. Mas a dúvida continua: vale a pena transferir sua carteira ou isso pode ser só marketing?
A portabilidade permite transferir seus investimentos de uma instituição para outra sem resgatar. Ou seja, você mantém as mesmas condições, prazos e tributação dos ativos.
Como funciona a portabilidade de investimentos?
Desde janeiro de 2026, a portabilidade ficou mais simples. Agora, você pode iniciar a transferência pela instituição de destino, tornando o processo mais rápido e sem burocracia.
O que mudou com a nova regra da CVM 210?
A maioria dos ativos pode ser transferida: ações, FIIs, ETFs, Tesouro Direto e CDBs. Alguns produtos ficam de fora, como COEs e derivativos, por limitações estruturais.
Quais investimentos podem ser transferidos
Não há nenhum. A portabilidade é gratuita e não gera imposto, já que não há venda dos ativos. A tributação só acontece no momento do resgate futuro.
Qual o custo para fazer portabilidade de investimentos?
Sim. Os ativos continuam no seu nome, registrados na B3. A mudança afeta apenas a corretora, não a propriedade. O risco estrutural é praticamente inexistente.
Portabilidade de investimentos é segura?
Algumas corretoras, como o Nubank, em uma campanha promocional lançada em março de 2026, oferecem incentivos, como cashback. Mas esses benefícios costumam ter condições e prazo de permanência — e não devem ser o único critério da decisão.
Cashback na portabilidade não é o mais importante
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Sim — mas só quando melhora sua estratégia, não apenas pelo incentivo. Confira os detalhes da oferta do Nubank e o que realmente importa na decisão.
Vale a pena fazer portabilidade de investimentos?