Revisão de carteira de investimentos:
por que 2026 já começou para o seu patrimônio
A revisão de carteira de investimentos não pode ser adiada. Crédito mais seletivo, Bolsa após alta e ano eleitoral exigem ajustes imediatos.
O que mudou no
mercado no início
de 2026?
A Bolsa subiu forte nas primeiras semanas, o debate fiscal voltou ao centro e o crédito privado enfrentou novos episódios de estresse. O ambiente mudou — e rápido.
Com casos recentes envolvendo bancos médios e acionamento do FGC, o risco aumentou. Em muitas carteiras, há concentração excessiva e uso do FGC como
falsa sensação de segurança.
Crédito privado exige mais atenção em 2026?
A valorização traz conforto, mas reduz a margem de segurança. A questão não é zerar Bolsa — é ajustar o tamanho da posição e revisar as assimetrias.
Depois da alta da Bolsa, ainda vale manter posição?
Ano eleitoral muda
a estratégia de investimentos?
Eleições costumam trazer ruído fiscal e volatilidade na curva de juros. Uma carteira preparada antecipa cenários, testa riscos e recalibra exposição antes que o mercado reaja.
Processo. Limites por emissor no crédito, gestão ativa de risco, diversificação internacional e rebalanceamentos frequentes. Revisão de carteira de investimentos é método — não reação.
O que diferencia uma carteira realmente preparada?
O que você ainda não avaliou na sua carteira?
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Nem todo risco aparece no extrato. Confira os pontos que merecem revisão técnica neste início de 2026.