Queda da Selic
à vista:
qual título público faz mais sentido agora?
Com o mercado já antecipando juros menores, muitos investidores voltaram a olhar para títulos públicos longos. Mas a decisão não é simples: prefixado e IPCA+ reagem de formas diferentes quando os juros mudam.
Por que a queda da Selic muda tudo na renda fixa?
Quando os juros futuros começam a cair, os preços dos títulos sobem via marcação a mercado. Quem se posiciona antes pode capturar ganhos relevantes — mas também assume riscos se o cenário mudar.
Simulações mostram que uma queda forte das taxas pode gerar valorização expressiva no Tesouro Prefixado. O ganho vem da reprecificação do título, não apenas dos juros contratados.
Prefixado pode subir quanto com queda dos juros?
Títulos IPCA+ longos costumam ter duration maior. Isso significa maior sensibilidade às taxas de juros — e, portanto, potencial de ganho maior quando o mercado passa a exigir juros menores.
Por que o IPCA+ pode subir ainda mais?
Qual o risco ao escolher títulos longos agora?
Se o cenário fiscal piorar ou o risco eleitoral aumentar, os juros podem subir — e o preço desses títulos cair. Marcação a mercado não é só oportunidade: também traz volatilidade relevante.
Não existe resposta única. Horizonte de investimento, tolerância a risco e visão sobre inflação e juros fazem diferença. O mesmo título pode ser ótimo para um investidor e inadequado para outro.
Prefixado ou IPCA+: o que pesa na decisão?
Veja todos os benefícios
Afinal, qual título público escolher com
a queda da Selic?
Prefixado ou IPCA+ podem funcionar — mas os riscos e ganhos são diferentes. Entenda o cenário completo, confira as simulações e descubra qual estratégia faz mais sentido para você.