O que
aconteceu com o Banco Pleno?
Entenda a liquidação e o impacto no FGC
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição após deterioração financeira e crise de liquidez. O episódio reacende o alerta sobre risco de crédito em bancos médios.
Por que o Banco Central liquidou o Banco Pleno?
Após perda de confiança do mercado e dificuldade para captar CDBs, o banco ficou sem funding. Sem recursos para sustentar as operações, a liquidação se tornou inevitável.
O rombo criado pelo banco é de
R$ 4,9 bilhões.
Somando Master, Will e Banco Pleno, o impacto estimado no Fundo Garantidor de Créditos se aproxima de R$ 52 bilhões. É o maior acionamento da história do fundo.
Qual o impacto do Banco Pleno no FGC?
Sempre que ocorre um caso como o do Banco Pleno, surge o medo generalizado. Mas o risco nunca foi o CDB em si — e sim a qualidade financeira do banco que paga a taxa.
O problema é o CDB ou o banco emissor?
O FGC elimina o
risco do investidor?
O FGC protege até R$ 250 mil por CPF e por instituição. Mas ele é uma rede de proteção, não uma estratégia. Investir contando com o FGC é inverter a lógica da prudência.
Crescimento acelerado demais, funding caro, carteira concentrada e Basileia pressionada costumam aparecer antes do problema. A taxa alta quase sempre sinaliza risco elevado.
Como identificar risco antes da crise?
O que aconteceu com o Banco Pleno reforça uma lição clara: em renda fixa, retorno é função de risco. Separar o joio do trigo é mais importante do que buscar a maior taxa.
O que o caso do Banco Pleno ensina ao investidor?
Entender o que aconteceu com o Banco Pleno ajuda a evitar decisões emocionais. Entenda como avaliar risco antes de investir e proteger seu patrimônio.
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