Números fortes
do Google
esbarram no custo
da corrida por IA
A Alphabet, dona do Google, entregou resultados fortes, mas o que chamou atenção foi outra coisa: o volume de investimentos em inteligência artificial disparou — e isso mudou a leitura do mercado.
Os números vieram acima do esperado
Receita em alta, lucro
crescendo mais de 30%
e margens melhores. Operacionalmente, o trimestre foi sólido e reforçou que o Google segue expandindo seus negócios principais.
A divisão de nuvem acelerou forte e ampliou a rentabilidade. O desempenho mostrou que a Alphabet já não corre atrás — ela disputa a liderança em infraestrutura e serviços ligados à IA.
Cloud virou o grande motor da empresa
O mercado olhou além do trimestre. A empresa indicou que os investimentos futuros serão muito maiores, reacendendo a preocupação com geração de caixa no curto prazo.
Por que as ações
da Alphabet não dispararam após
o 4T25?
Google virou protagonista em IA?
Avanços da DeepMind e do modelo Gemini mudaram a narrativa. O Google deixou de ser visto como atrasado e passou a figurar entre os líderes globais em inteligência artificial.
Expansão de data centers, chips e modelos próprios elevou fortemente o plano de investimentos para 2026. A mensagem é clara: crescer em IA exige muito capital.
Liderar a IA
ficou caro
A empresa provou capacidade tecnológica. Agora o mercado quer saber se esses gastos em IA vão se transformar em retorno ou pressionar o caixa por tempo demais.
O dilema agora
é financeiro
Veja todos os benefícios
A corrida por IA pode pesar na ação?
O resultado da Alphabet no 4T25 mostrou força operacional, mas também revelou quanto custa liderar a IA. Entenda o que isso muda para valuation, geração de caixa e expectativa de retorno.