ETFs de renda fixa da Itaú Asset:

vale a pena investir nos novos fundos?

A Itaú Asset lançou novos ETFs de renda fixa na B3. Os fundos incluem opções prefixadas e ligadas ao Tesouro IPCA+. A proposta é ampliar as alternativas para quem busca diversificação e exposição aos títulos públicos.

Por que ETFs de renda fixa estão crescendo?

Os ETFs vêm ganhando espaço entre investidores que buscam diversificação e simplicidade. Com apenas uma negociação, é possível acessar uma cesta de títulos públicos e acompanhar estratégias de renda fixa diretamente na Bolsa.

ETFs de renda fixa da Itaú Asset: quais são

Os ETFs de renda fixa da Itaú Asset incluem quatro novos fundos na B3: 5PRE11, TD3511, TD5011 e TD6011. Eles permitem investir em títulos públicos prefixados ou em papéis ligados à inflação.

5PRE11: ETF prefixado com duration maior

O 5PRE11 investe em títulos públicos prefixados com duration média de cinco anos. Esse prazo maior aumenta a sensibilidade às mudanças nos juros de mercado.

TD3511, TD5011 e TD6011: ETFs de Tesouro IPCA+

Os outros ETFs de renda fixa da Itaú Asset acompanham títulos do Tesouro IPCA+ com vencimentos em 2035, 2050 e 2060. Assim, oferecem exposição direta aos juros reais de longo prazo.

Quais são as vantagens tributárias desses ETFs?

Esses ETFs contam com imposto de renda fixo de 15%, sem IOF e sem come-cotas. Outro diferencial é o reinvestimento automático dos cupons pagos pelos títulos dentro do próprio fundo.

ETFs de renda fixa da Itaú Asset e juros reais

Os ETFs de renda fixa da Itaú Asset chegam em um momento de juros reais elevados no Brasil, próximos de 7,5% em prazos longos. Esse nível chama a atenção de investidores interessados em retornos acima da inflação.

ETFs de renda fixa

da Itaú Asset:

vale investir?

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Sim, os ETFs de renda fixa da Itaú Asset podem ser interessantes para diversificar a carteira e acessar títulos públicos pela Bolsa. Mas cada fundo tem características diferentes — e alguns podem fazer mais sentido do que outros.