Crescimento
dos fundos imobiliários no Brasil:
de nicho a 3 milhões de investidores
O crescimento dos fundos imobiliários no Brasil levou a indústria a 3 milhões de investidores e R$ 200 bilhões na B3. Entenda como esse mercado amadureceu.
O crescimento dos fundos imobiliários no Brasil levou a indústria a um novo patamar: mais de 3 milhões de investidores e R$ 200 bilhões sob custódia na B3.
Criados em 1993, os FIIs passaram anos quase invisíveis. O mercado levou mais de duas décadas para atingir 100 mil investidores.
Como começou o mercado de fundos imobiliários no Brasil?
Isenção de IR para pessoa física, juros baixos e maior divulgação impulsionaram a classe. Entre 2018 e 2026, o número de investidores saiu de 200 mil para 3 milhões.
O que acelerou o crescimento dos fundos imobiliários
no Brasil?
Como a presença de pessoas físicas impacta os FIIs?
Hoje, cerca de 73% das cotas estão nas mãos de investidores individuais. Isso influencia a volatilidade e a forma como as cotas são precificadas.
Oscilações fortes, como no caso do TRBL11, mostram como o investidor pessoa física reage à perda de renda. Preço e valor nem sempre caminham juntos.
Medo ainda impacta o mercado de FIIs?
FIIs fazem sentido
no longo prazo?
Comparações históricas mostram que fundos consolidados entregaram boa rentabilidade com menor volatilidade. Renda mensal e disciplina mudam o jogo ao longo do tempo.
O que explica o crescimento dos fundos imobiliários no Brasil?
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Da criação em 1993 aos 3 milhões de investidores e R$ 200 bilhões na B3, os FIIs passaram por ciclos de euforia e estresse até atingir maturidade. Entenda os detalhes dessa trajetória.