CDI rendendo mais que a Bolsa:
vale abandonar os ativos de risco?
O primeiro semestre de 2026 trouxe um cenário incomum: enquanto Bolsa, fundos imobiliários e multimercados decepcionaram, o CDI acumulou quase 7% no ano. Isso faz muitos investidores questionarem se ainda vale correr risco.
Juros elevados, inflação resistente, incerteza política e crescimento fraco reduziram o apetite por ativos de risco. Nesse ambiente, o CDI rendendo mais que a Bolsa virou a realidade do mercado.
Por que o CDI rende mais que a Bolsa?
Com a Selic elevada, empresas adiam investimentos e lucros futuros ficam pressionados. Sem grandes catalisadores, a Bolsa perdeu força justamente quando a renda fixa ficou mais atraente.
O que explica a fraqueza da Bolsa?
Com a Selic elevada, empresas adiam investimentos e lucros futuros ficam pressionados. Sem grandes catalisadores, a Bolsa perdeu força justamente quando a renda fixa ficou mais atraente.
O que explica a fraqueza da Bolsa?
Quando o CDI está rendendo mais que a Bolsa, parece lógico abandonar os ativos de risco. Mas é justamente nesses momentos que muitos investidores deixam de participar da recuperação.
A maior armadilha
do momento
Sempre. Os portfólios diversificados da Nord acumulam entre 221% e 311% desde 2015, à frente do CDI com 192%. Quem saiu no pior momento de cada crise travou o prejuízo e assistiu à recuperação de fora. O que separa os dois grupos não é prever o futuro — é ter um processo.
Quem abandonou os ativos de risco nas crises anteriores se arrependeu?
A estratégia adotada por muitos gestores é priorizar liquidez, reduzir riscos excessivos e manter diversificação. Aproveitar o CDI não significa abandonar ações, mas ajustar o tamanho das posições.
Como investir em um cenário de cautela?
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O segundo semestre promete eleição, inflação resistente e Banco Central sob pressão. A diferença entre atravessar bem ou mal esse período não estará em adivinhar o vencedor da eleição, mas na carteira que você tem hoje.
CDI rendendo mais que a Bolsa: e agora, o que fazer?